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DEM Mulher defende candidatura feminina para vice Bruno Reis

Por: Henrique Brinco

A presidente da Mulher Democrata da Bahia, Roberta Caires, defende que uma mulher ocupa o vice-candidato provável candidato a prefeito ACM Neto (DEM) na eleição de 2020, Bruno Reis. “Nada está descartado. Penso que essa possibilidade é real. Mulher capacitada para a posição que temos. O presidente nacional do partido, o ACM Neto, investiu pesado na formação de política de mulheres e participação feminina já para as atividades de 2020”, incluir.

“Falando especificamente de Salvador, podemos dizer que este é o momento da mulher, e que seu espaço na política nunca foi tão respeitado, uma necessidade de equilíbrio de representatividade é bastante evidenciada. Uma lei evoluiu sem sentido de busca de representações, favorecendo Basta lembrar que cada partido deve indicar o mínimo de 30% de mulheres filiadas para competir no pleito, reservar pelo menos 30% dos recursos do Fundo Eleitoral para campanhas de candidaturas financeiras e reservar menos de 30% do tempo de propaganda eleitoral grátis no rádio e na TV. Além disso, os diretórios de partidos devem destinar 5% ao Fundo Partidário a programas de incentivo a mulheres na política “, completa.

Na próxima segunda-feira (06), às 9h, no Hotel Fiesta, ACM Neto receberá o anúncio oficial do candidato que terá seu apoio à sucessão municipal de Salvador nas próximas datas. “Caso o vice-prefeito Bruno Reis seja escolhido para sucessão municipal, pense em ser a decisão mais acertada. Bruno Reis já mostrou que politicamente é o nome da agrega, sempre teve trânsito tranqüilo na Câmara Municipal e não teve um mandato político como um todo. Além disso, Bruno já é o mais testado nas urnas, foi eleito deputado estadual duas vezes e tem o seu trabalho registrado pela população soteropolitana por prestar um serviço extraordinário a Salvador como Secretário de Obras da nossa capital “, avalia Roberta.

“Nossa posição é a qualificação das mulheres para gestão pública e execução de cargas eletivas nesse processo. Apresentamos as mulheres que somos 51% da população brasileira e nossa representação em cargas eletivas alcança 11%. Ora, uma mulher que entende relações interpessoais, senso de justiça e habilidades para compartilhar conflitos sociais. Deve haver equidade entre os gêneros feminino e masculino. Uma mulher não tem segredos de homens, soma sua força neles. equilíbrio de representação. Nosso posicionamento está bem desenhado, e com restrições já agregadas para 2020 “.

Vale lembrar que Roberta Caires assumiu como diretor do CODECON um convite para o prefeito ACM Neto em fevereiro de 2019.

PROJETOS E DESAFIOS

O primeiro papel do presidente da Mulher Democratas da Bahia é estimular ou envolver, participar das mulheres, fazer com que percebam que já praticam política no dia a dia, é instruir como mulheres para que possam ouvir depois de uma carga eletiva e executar um posto no legislativo ou no executivo. “Para isso, é necessário primeiro que mulheres se vejam como representantes políticos, participantes, entendam uma razão, que se sintam sem direito e sem nenhum papel de disputa contra uma escolha. O Move Woman é uma mais recente medida. Bahia, Salvador, para mobilizar mulheres, estimular sua formação política, sua liderança, seu comprometimento com seu bairro, com sua comunidade, com suas ideias e realidade “, ressalta.

“Por meio do Mulher Democratas, o partido tem investido nessa formação política de mulheres, assim como na capacitação delas na área de gestão, gestão pública e empreendedorismo. Levamos o Move Mulher a Periperi, Cajazeiras, Castelo Branco, Alagoinhas e Vitória da Conquista. Nesse movimento, buscamos lideranças natas e despertamos a liderança em mulheres que ainda não sabem que são líderes onde vivem, seja na política, seja no empreendedorismo”, completa.

Questionada sobre uma escalada de machismo com a seleção do presidente Jair Bolsonaro, ela também está posicionada. “Nosso posicionamento é contra a toxicidade do machismo. Acreditar que o machismo é o que sempre foi, uma questão declarada no comportamento de nossa sociedade que ainda é prejudicial. Posicionamentos incisivos de pessoas públicas, como acompanhante ou presidente, atualmente, ganham notoriedade, levantam polêmica e dão voz àqueles que já compactam com o mesmo ponto de vista, mas o problema social do machismo não é uma novidade “.

Fonte: https://www.trbn.com.br/categoria/I3/Pol%C3%ADtica

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